Prefeitura envia à Câmara lei que cria Conselho da · PDF file base destas...

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  • Terça-feira, 8 de junho de 2004 Distribuição gratuita/www.campinas.sp.gov.br

    Prefeitura

    Municipal de

    Campinas

    Nº 8.450 - Ano XXXIV

    Música dá o tom a mostra no Macc A Música Popular Brasileira é o tema de duas exposições que começam hoje no Museu de Arte Contemporânea de Campinas

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    Banco de Leite busca mais doadores Banco de Leite Municipal busca doadores para suprir baixa na captação; situação prejudica principalmente os bebês prematuros

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    Prefeitura envia à Câmara leiPrefeitura envia à Câmara lei que cria Conselho da Cidade

    O Executivo encaminha amanhã à Câmara Municipal o projeto de lei que cria o Conselho da Cidade de Campinas. Também amanhã, toma posse no Salão Azul da Prefeitura, o Grupo de Trabalho do Novo Plano Diretor (GT/NPD) do Município de Campinas. O Grupo de Trabalho tem como tarefa formular as propostas para o Novo Plano Diretor e será composto de 15 representantes do Governo Municipal, do Estadual e do Federal, 15 representantes dos empreendedores e igual número de representantes dos movimentos sociais e populares

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    Confira a lista de empregos

    Avenida tem trecho invertido no Bandeiras 1

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    Conselheiros do Orçamento tomam posse

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    Sem lama – Está prevista para o final desta semana a conclusão da pavimentação das ruas Marinês Bozelli Souza e Luís Roberto C.

    Nogueira, que interligam os Jardins Aliança e Esmeraldina, na região Sul. A pavimentação desses trechos melhorará as condições de vida

    dos moradores da região e facilitará o trânsito de veículos e pedestres, que era bastante prejudicado no período de chuvas

    A campanha de vacinação contra a poliomielite em Campinas, iniciada no sábado, continuará até que pelo menos 95% das crianças do Município com idade entre 0 e 5 anos sejam vacinadas. No sábado, Dia Nacional da Vacinação contra a Poliomielite, foram vacinadas 60,1mil crianças com até 5 anos ou 80,1% da população da cidade nesta faixa etária

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    Vacinação antipólio continua

    Criança recebe a gota contra a poliomielite: campanha continua nos postos até atingir meta de 95%

  • Terça-feira, 8 de junho de 20042

    Prefeitura Municipal de Campinas – Avenida Anchieta, 200, Centro – tel. (19) 3735-0766

    Portal: www.campinas.sp.gov.br – E-mail: [email protected] – (veja expediente na penúltima página)

    Produtos típicos de festa juninaProdutos típicos de festa junina têm preços acessíveis na Ceasa Demanda da época força produção, o que explica os preços baixos

    Batata-doce já custou R$ 0,95: quilo está em R$ 0,70

    ELIANA FERNANDES

    Junho combina com frio, que é perfeito com foguei- ra, que tem tudo a ver com festa junina. E para rechear a mesa do rasta-pé mais tradicional do ano não po- dem faltar quentão, pipoca, bolos e doces. A boa notícia é que o preço dos produtos que são a base destas receitas juninas caem bastante no atacado. Na Centrais de Abasteci- mento de Campinas (Ceasa) – onde os preços são prati- cados no atacado – a bata- ta-doce custa em torno de R$ 0,70 o quilo, contra R$ 0,95 no mês passado. O milho verde chegou a custar R$ 0,75 o quilo no começo do ano mas caiu para R$ 0,47 agora.

    O técnico de mercado da Ceasa-Campinas, Francisco Homero Marcondes, explica que a produção destes ali- mentos é voltada para aten- der a demanda da época. “Sabendo que a procura será grande, o mercado se prepara para garantir o abas- tecimento. Além disso, al- guns destes alimentos estão na safra o que ajuda no pre- ço e na oferta”, informa Mar-

    condes. Ele conta que a pro- cura é grande também por amendoim que de R$ 3,20 em abril, hoje é encontrado por cerca de R$ 2,50 o quilo.

    Quentão. O milho para a pipoca que saía até por R$ 2,50 o quilo há três meses hoje está custando R$ 2,00. O gengibre, a alma do quentão, também teve o preço reduzido de R$ 2,70 para cerca de R$ 1,40. A abó- bora comum é a base para diversos doces que fazem a alegria das festas juninas e teve o preço reduzido pela metade. Custava R$ 1,00 o quilo em janeiro mas é encontrado agora por R$ 0,50.

    Outro produto típico é o pinhão que, segundo o téc- nico, só é encontrado neste período. “A colheita é permi- tida somente nesta época por causa de leis ambientais. Por isso, temos pinhão de maio até julho, no máximo”, diz. O côco seco e a moran- ga mantêm-se com preços estáveis em torno de R$ 1,20 e R$ 0,40 o quilo, respectivamente. E se ficou impossível controlar a água na boca, é só tirar o chapéu de palha do armário e verifi- car onde é a festa junina mais próxima ou pôr a mão na massa e preparar receitas como a de doce de batata- doce e doce de abóbora, que podem ser conferidas nesta página.

    O volume de chuvas que atingiu principalmente as regiões sul e sudeste no mês de maio prejudicou a produção e a colheita de vários legumes e hortali- ças. “Foi atípico e acabou provocando a redução na oferta e o conseqüente aumento de preços”, infor- ma o produtor da Ceasa- Campinas, Pedro Luis Tri- velato. Segundo a pesqui- sa semanal de preços da Central, um dos produtos mais afetados foi o tomate que estava a R$ 1,04 o qui-

    Chuva fora de época na região prejudica hortaliçasChuva fora de época na região prejudica hortaliças lo há duas semanas e atin- giu R$ 1,80 na cotação do dia 4 de junho.

    “Além de estar na entres- safra, o excesso de água fez o tomate apodrecer e man- char e algumas regiões pro- dutoras tiveram chuva de granizo, reduzindo ainda mais a oferta”, explica o pro- dutor. O quiabo é outro que sofre neste período e sumiu do mercado. “Estou trazen- do de Goáis e de Minas”, contaTrivelato. Segundo ele, a flor do quiabo tem um ci- clo noturno que não conse-

    gue crescer com o frio e não pode ser colhido com chu- va. Com isso, o quilo do legume subiu de R$ 1,70 para R$ 2,20. Acelga, alface, repolho, cenoura, vagem e abobrinha são outros produ- tos que estão sendo afeta- dos pelo mau tempo e tive- ram alta de preços.

    Opções. Mas, felizmen-

    te, mesmo com as altas, o consumidor tem opções de produtos com preços está- veis e mais baixos. Segundo o técnico de mercado da Ce-

    asa-Campinas, Francisco Homero Marcondes, o tru- que é substituir o que está mais caro por outras hortali- ças que também suprem as necessidades nutricionais e estão com preços melhores. Ele recomenda neste perío- do batata, batata-doce, mandioca, cará, beterraba, chuchu, berinjela, rabanete e milho verde.

    Entre as frutas, Marcon- des destaca o abacate, a ba- nana nanica, a goiaba, a la- ranja das variedades pêra, bahia e lima, e o maracujá

    azedo. É bom aproveitar também as frutas de épo- ca, ou seja, que estão em período de safra como o caqui, a mexerica e o mo- rango.

    Para quem não dispen- sa uma salada os produtos recomendados são agrião, rúcula, almeirão, couve, brócolis, chicória e espina- fre, sendo que algumas destas verduras podem ser preparadas também refogadas, cozidas e em sopas combinando com o clima frio.

    Milho: cereal estava em R$ 0,75 e chegou a R$ 0,47

    Pinhão: produto típico encontrado só nessa época

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  • 3Terça-feira, 8 de junho de 2004

    Grupo de TGrupo de TGrupo de Trabalho do Plano Diretorrabalho do Plano Diretorrabalho do Plano Diretor toma posse nesta quarta à tarde Projeto que cria o Conselho da Cidade, responsável pela discussão do PD, vai amanhã à Câmara

    Estatuto da Cidade determina que o PD é instrumento de desenvolvimento: grupo de trabalho será tripartite

    CLÁUDIA XAVIER

    Toma posse amanhã, às 14 horas, no Salão Azul da Prefeitura, o Grupo de Traba- lho do Novo Plano Diretor (GT/NPD) do Município de Campinas. Também nessa data será encaminhado à Câ- mara Municipal o projeto de lei que cria o Conselho da Ci- dade de Campinas, colegia- do responsável pela articula- ção de políticas voltadas para o desenvolvimento urbano da cidade.

    O Grupo de Trabalho, cu- jos decreto de criação e por- taria de nomeação serão as- sinados no dia da posse dos integrantes, tem como tarefa formular as propostas para o Novo Plano Diretor com base na Resolução do I Congresso da Cidade de Campinas.

    A constituição do GT/NPD será tripartite, com a partici- pação de 15 representantes do Governo Municipal, do Estadual e e do Federal, 15 representantes dos empre- endedores e igual número

    O Plano Diretor (PD) é o instrumento básico pelo qual se norteiam os proje- tos de desenvolvimento e de crescimento de um município. Segundo o Es- critório de Planejamento de Campinas, há pelo me- nos cinco fortes motivos para a mudança do docu- mento atual: as transfor- mações sofridas pelo terri- tório urbano e rural de Campinas e seus desdo- bramentos sobre o meio ambiente nos últimos anos, o Estatuto da Cidade, a ampliação do Aeroporto de Viracopos, a Região Metropolitana de Campi- nas e a Inclusão Social.

    Segundo o arquiteto Fá- bio Bernils, do Escritório de Planejamento, a nova con- cepção do PD deve estar apoiada no tripé planeja- mento, gestão e participa- ção popular. “Não pode-

    de representantes dos movi- mentos sociais e popular