Clipping do Varejo - 02/02/2015

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Clipping do Varejo
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Clipping Fevereiro 2015

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  • Clipping do Varejo

  • Caros LeitoresO Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo da ESPM, comea o ano com tudo!

    Novos cursos, oferta dos programas de sucesso e outras novidades como Ps-

    NRF, workshops para o varejo farma e publicaes.

    Depois do Curso de Frias encerrado na semana passada, teremos j no dia 11/02,

    nova turma para o pioneiro programa de E-Commerce: Os Novos Caminhos do

    Varejo, com o Prof. Alexandre Marquesi. Sempre atual, o Prof. Marquesi que

    est finalizando seu doutorado no tema, apresenta o que viu no evento SHOP.

    ORG realizado no final do ano passado nos EUA, alm de ensinar como iniciar ou

    alavancar negcios a partir do canal e-commerce. Este programa ainda contar

    com turmas em abril e maio, esta ltima matutina, pela primeira vez oferecida no

    Campus Vila Olmpia.

    Em maro e maio, novas turmas do Markerting do Varejo Farma, curso lanado no

    final do ano passado com enorme sucesso. No perca! O Prof. Gean Martins um

    executivo de grande expresso do setor e traz sempre tudo aquilo que precisamos

    saber para aplicar de imediato e vender mais e fidelizar o shopper no PDV.

    Ainda em maio, Shopper Marketing, outro curso pioneiro e de grande sucesso,

    que tem frente a Profa. Bia Cavalcanti, mestre e grande especialista no tema,

    conhecida por vrias empresas por suas solues eficazes e inovadoras.

  • Caros Leitores

    Ricardo Pastore, Prof. MscCoordenador do Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo - ESPM

    E tem mais: ainda no primeiro semestre, trs novos programas, Marketing para

    Shopping Centers, agora noturno com o Prof. mestre e especialista Michel Cutait;

    Marketing do Varejo Fashion com a Kate Sresnewsky, mestranda e tambm

    grande especialista com experincia internacional e Varejo Omnichanel com o

    Prof. mestre e executivo Edison Kalaf.

    Como podem notar, O Ncleo de Varejo est fazendo sua parte, oferecendo

    programas inovadores de qualidade, com professores especialistas que vo lhe

    ensinar como fazer, obtendo resultados. Faa voc a sua parte! Inscreva-se,

    aprenda mais e cresa em perodos de crise, pois oportunidades no faltaro!

    Conte conosco e sucesso em 2015!

    Boa Leitura!

  • Curso de Atualizao

    Marketing do Varejo Farma: Estratgia e Execuo - 05/03 http://goo.gl/LoKKmI

    A ESPM uma escola pioneira no ensino de marketing e mantm esse pioneirismo h mais de 60 anos por oferecer programas inovadores voltados a mercados emergentes. Desta vez, por meio de seu Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo, oferecida mais uma oportunidade de atualizao dirigida a quem atua no varejo farma. Trata-se do programa de Marketing do Varejo Farma que levar aos seus participantes, conceitos e ferramentas avanadas de marketing especialmente adaptadas ao segmento.

    Inscries Abertas

  • Curso de Atualizao

    Shopper Marketing: a Influncia no Momento da Compra - 04/05 http://goo.gl/EABc3B

    A deciso de escolha de um produto e/ou marca efetiva-se no ponto de venda sendo esse um momento importante de concentrar esforos de marketing. Para tanto, preciso compreender bem como pensa e agem as pessoas durante o ato de compra num ponto de venda.

    O shopper a pessoa que realiza uma compra, independente de ela ser consumidora ou no. Entender como o shopper se comporta na loja, suas atitudes, onde quer investir o seu tempo e gastar sua energia pode ser um guia importante para dar suporte s decises estratgicas.

    Inscries Abertas

  • Curso de Atualizao

    E-commerce: Os Novos Caminhos do Varejo - 11/02 http://goo.gl/KvUJg1

    As vendas no varejo pela internet crescem a nveis surpreendentes, sempre acima da mdia das vendas no varejo tradicional. Esse fenmeno mundial e insere, a cada dia, mais empresas em um revolucionrio canal de negcios.

    Para atuar nesse contexto, as organizaes buscam profissionais com viso estratgica e capacidade de adaptao aos novos desafios e oportunidades proporcionadas pelo ambiente digital, que agreguem valor s estruturas existentes e inovem constantemente. Aos empreendedores, uma oportunidade de planejar o desenvolvimento dos negcios sobre bases de conhecimentos mais slidas.

    Inscries Abertas

  • Super & HiperComo o Carrefour pode crescer no varejo com ajuda de Abilio

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 1

    Investimentos e a ajuda de Ablio Diniz no desenho estratgico da empresa podem fazer com que o Carrefour retome o posto de lder do varejo brasileiro, apostam especialistas ouvidos por EXAME.com.Porm, para tanto, a empresa precisa resolver os entraves logsticos que j enfrenta se quiser seguir com a abertura de lojas menores, mais adaptadas ao cenrio econmico atual.A empresa foi a principal do mercado at 2008, quando a concorrente, liderada pelo empresrio, a desbancou da liderana.Segundo os consultores, a rede ainda peca na prevalncia dos hipermercados e ineficincia

    da estrutura dos formatos menores. Assim, ela perdeu a liderana no Brasil para o Grupo Po de Acar, que gerencia bem esse modelo.Recentemente, o presidente do Grupo Carrefour, Georges Plassat, afirmou que a

    companhia aumentaria substancialmente seus investimentos no Brasil.Alm disso, Ablio Diniz adquiriu 10% do Carrefour Brasil e tomou lugar no conselho de administrao. Sua experincia de sucesso no segmento, tendo elevado o Grupo Po de Acar ao topo do varejo nacional, poderia tornar realidade o que ele disse ao tomar posse: agora, lugar de gente feliz aqui [no Carrefour].Ainda que Ablio no consiga replicar o mesmo sucesso do Po de Acar na concorrente, o executivo conhece os bastidores do varejo como ningum e pode trazer diversas solues novas, diz Nelson Barrizzelli, professor aposentado da USP e economista especialista em varejo.

    Formato de lojaMas ainda h muito o que fazer para recuperar o espao

    perdido. H anos a empresa enfrenta desafios ao adaptar

    seu modelo baseado em hipermercados tendncia de lojas menores, segundo Barrizzelli.Os centros de distribuio so insuficientes e o mix de produtos ainda no bem adaptado aos regionalismos, diz o consultor.O formato de hipermercados, no qual o Carrefour foi pioneiro, foi essencial para sua expanso no Brasil na dcada de 1990. Durante a inflao altssima,

    consumidores buscavam os grandes varejistas para as compras de ms.No entanto, depois do Plano Real e controle da economia, esse modelo deixou de ser o ideal, segundo Barrizzelli.(Exame - 28/01/2014)

    Notcia completa em varejo.espm.br

  • Super & HiperDona da Galeries Lafayette eleva fatia no Carrefour para 9,5%

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 2

    A famlia Moulin, proprietria da loja francesa de departamento Galeries Lafayette, elevou sua participao na rede de supermercados Carrefour para 9,5 por cento, segundo divulgou o jornal Les Echos no domingo.A famlia Moulin anunciou em abril do ano passado que tinha adquirido 6,1 por cento do Carrefour, em uma transao de cerca de 1,28 bilho de euros que fez com que se tornasse a segunda maior acionista da rede de supermercados depois de um consrcio formado pelo Groupe Arnault e o grupo de private equity Colony Capital.O presidente do Conselho de Administrao da Galeries

    Lafayette, Philippe Houze, disse em uma entrevista que ser publicada na edio desta segunda-feira do Les Echos que a holding familiar no pretende aumentar sua participao novamente, mas que solicitar dois assentos no Conselho do Carrefour na prxima assembleia de acionistas da varejista.Temos investido progressivamente no capital do Carrefour, no qual possumos hoje 9,5 por cento, e somos o segundo maior acionista, disse ele.Temos muita f no potencial do Carrefour para se recuperar e na estratgia implementada por Georges Plassat, por

    quem tenho grande estima, disse ele, referindo-se ao presidente-executivo do Carrefour, que reestruturou as principais atividades europeias da empresa.Uma porta-voz do Carrefour disse que no poderia comentar o assunto imediatamente.Em dezembro, Plassat afirmou em teleconferncia

    que o empresrio brasileiro Abilio Diniz possua cerca de 2,4 por cento do Carrefour. parte desse investimento, Diniz adquiriu 10 por cento da subsidiria Carrefour Brasil por 1,8 bilho de reais.(Reuters - 26/01/2014)

  • Super & HiperSupermercados devem ter pior avano em vendas desde 2006

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 3

    As vendas reais dos supermercados no Brasil devem subir 2 por cento em 2015, no ritmo de crescimento mais tmido desde 2006, divulgou a associao que representa o setor, Abras, nesta tera-feira.A entidade havia inicialmente projetado em setembro um crescimento de 2,5 por cento para as vendas do setor neste ano, mas admitiu em dezembro que a estimativa provavelmente seria revista para baixo.Com isso, o resultado de 2015 dever ficar abaixo da

    alta nas vendas reais de 2,24 por cento em 2014, que, por sua vez, respondeu pela pior performance percentual do setor em oito anos.Nesta tera-feira, a Abrasce, que representa os shopping centers no pas, tambm estimou que as vendas nos shoppings vo crescer menos em 2015 do que em 2014.As projees mais modestas

    so divulgadas na esteira do anncio de novos esforos fiscais do governo federal

    para elevar a arrecadao, o que dever contribuir para o aumento da inflao, que j

    vinha pressionando o poder de compra dos consumidores.Questionado sobre o impacto do esperado reajuste nas tarifas de energia para os supermercados, o presidente da Abras, Fernando Yamada, afirmou que o custo da energia representa em torno de 1,5 por cento do faturamento dos estabelecimentos, percentual que poder subir para 1,7 por cento.Nossa perspectiva (de impacto nos preos) mais na ponta da produo, afirmou

    ele, em referncia a ajustes praticados pela indstria no valor dos produtos, tambm influenciados pelo aumento no

    preo dos combustveis, alm de oscilaes cambiais.Yamada acrescentou que a

    Abras no est prevendo falta de energia no ano e, em relao a problemas ligados disponibilidade de gua, que muitas redes supermercadistas j adotam a captao de gua da chuva para utilizao na rea de limpeza com o objetivo de reduzir o consumo.Segundo o gerente de atendimento da Nielsen, Fbio Gomes, o crescimento no consumo de gua nos supermercados em 2014 seguiu uma tendncia que j vinha sendo mostrada nos ltimos anos, no sendo fundamentalmente impactado pela crise hdrica que vem se agravando na regio Sudeste.(Exame - 27/01/2014)

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  • Shopping CenterBrasil deve abrir mais shoppings e vendas devem desacelerar

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 4

    O setor de shopping centers no Brasil deve ver desacelerao de vendas em 2015, ano que ser marcado pela abertura de mais empreendimentos em funo do escoamento de projetos inicialmente previstos para 2014.Aps alta de 10,1 por cento nas vendas nesses centros de compras no ano passado, a 142,27 bilhes de reais, a expectativa para 2015 de crescimento mais modesto, de 8,5 por cento, divulgou a Abrasce, associao que rene os shoppings no pas, nesta tera-feira.Avaliando o desempenho esperado como bastante razovel diante do cenrio econmico, o presidente da entidade, Glauco Humai, afirmou que 2015 ser ano difcil,

    citando fatores como presso inflacionria e juros mais altos,

    alm de problemas estruturais em relao disponibilidade de gua e energia.

    Para os novos shoppings, a projeo da Abrasce de adio de 26 empreendimentos em 2015, contra 24 em 2014. Os nmeros contrastam com previso feita pela Abrasce no incio do ano passado, de inaugurao de mais de 40 novos empreendimentos em 2014 e apenas 15 neste ano.Segundo Humai, a diferena entre a previso de shoppings novos e os efetivamente abertos foi maior do que a mdia no ano passado, mas no chega a acender a luz vermelha.Mesmo adiados, eles vo acontecer, afirmou

    o presidente da Abrasce, justificando a deciso de

    postergao a fatores como demora na obteno de licenciamento, questes econmicas e menor disponibilidade de recursos para o financiamento de

    projetos que nos ltimos anos.Em 2014, as empresas de shoppings colocaram o p

    no freio em relao a novos projetos aps a abertura de unidades com baixa taxa de ocupao.

    RetratoO Brasil encerrou 2014 com 520 shoppings distribudos em 188 cidades. Dentro desse universo de empreendimentos, 18 por cento ou mais de 90 shoppings contam com projetos de expanso, indicando a manuteno dessa toada em detrimento da aposta em novos centros de compras.Dos 26 novos empreendimentos projetados para 2015, 16 sero em cidades que no so capitais. Ao mesmo tempo, 12 cidades recebero seu primeiro shopping, disse a Abrasce, estimando um investimento total de cerca de 16 bilhes de reais em aberturas e expanses no ano.(Exame - 27/01/2015)

  • MercadoMaioria da classe C no compra a mais em funo de ofertas

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 5

    Promoes de supermercados e outros tipos de comrcio j no influenciam a maioria

    dos consumidores da classe C a aumentar a quantidade de um determinado produto que costuma adquirir. o que aponta pesquisa da Boa Vista SCPC sobre hbitos de consumo e controle de finanas desse

    pblico. O levantamento foi realizado de forma eletrnico com mil pessoas com esse perfil

    scio-econmico. De acordo com o estudo, 57% afirmam que

    as ofertas no determinam a aquisio de um produto alm do que foi planejado.Contudo, o consumidor pesquisa preos para adquirir produtos, de uma maneira geral. Os tabloides de ofertas, por exemplo, so utilizados para comparao de valores por 67% dos entrevistados. Essas pessoas declaram que a maior parte dos produtos adquiridos decorrente de promoes.

    Mas, paralelamente, tambm avaliada a qualidade em relao ao preo cobrado, como afirmam 83% dos consumidores

    da classe C. A variedade tambm conta para 69% (vale lembrar que as o levantamento de mltipla escolha). Esses comportamentos revelam que a maioria dos consumidores vem usando as informaes e promoes a seu favor, e no consumindo por mpeto, arriscando o controle de seu oramento e a sua reputao no crdito, analisa Dorival Dourado, presidente da Boa Vista SCPC.No toa que 85% dos consumidores da classe C controlam o quanto ganham e gastam no ms. O estudo tambm identificou que 79%

    dessa classe econmica avalia o quanto do oramento j est comprometido at o pagamento da ltima parcela, antes de efetuar uma nova

    dvida. Tambm foi identificado

    que 94% realizam pesquisa de preo antes de uma compra e 72% consideram se o valor da parcela caber no oramento.Para Dourado, o consumidor est mais maduro e preocupado com planejamento e controle dos gastos, o que pode ser um reflexo, entre outras coisas,

    dos picos de inadimplncia registrados em anos anteriores. O presidente da empresa lembra que, nos ltimos cinco anos, o brasileiro da classe C passou a ter mais acesso ao crdito e descontrolou-se. Agora, est aprendendo gradativamente que o crdito bom, se usado com disciplina e controle.A classe C tambm est mais consciente das taxas de juros cobradas nos parcelamentos. o que afirmam 58% dos

    respondentes da pesquisa. (Supermercado Moderno - 30/01/2014)

    Notcia completa em varejo.espm.br

  • MercadoApple lidera mercado chins de smartphones pela primeira vez

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 6

    No quarto trimestre de 2014 a Apple alcanou pela primeira vez a liderana no mercado chins de smartphones, com base em unidades distribudas ao varejo daquele pas.A empresa norte-americana superou a local Xiaomi, que ficou em segundo lugar. E a

    Samsung caiu para a terceira colocao, seguida pela Huawei.

    A estimativa da consultoria Canalys e foi divulgada nesta tera-feira, horas antes do balano oficial da Apple.

    Os nmeros exatos de market share do mercado chins sero apresentados em um relatrio da Canalys na semana que vem.A liderana reflete o sucesso

    do iPhone 6 e 6 Plus, modelos cujas telas maiores agradaram o pblico chins.

    Outros fatores que contriburam a favor da Apple foram o bom desempenho das redes 4G na China e o combate indstria de celulares piratas, destaca a Canalys.O que mais chama a ateno o fato de o preo mdio do iPhone ser cerca de duas vezes maior que aquele dos seus concorrentes diretos na China.(Exame - 30/01/2014)

  • Varejo FashionH&M fecha ano com crescimento de 18%

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 7

    A sueca Hennes & Mauritz (H&M), uma das maiores varejistas de vesturio do mundo, disse que em seu ano fiscal 2014 (encerrado em 30 de

    novembro), suas vendas totais cresceram 18% (j convertidas para a moeda sueca). Os lucros brutos saltaram 17% na comparao anual.No ano passado, a empresa abriu 379 novas lojas, chegando a 3.511 em 55 pases, com

    destaque para a abertura de pontos de venda na China e nos Estados Unidos. Para 2015, a expectativa da companhia abrir cerca de 400 novas lojas, com destaque para os primeiros pontos de venda em Taiwan, Peru, Macau, frica do Sul e ndia.Focaremos nossa expanso orgnica nos Estados Unidos e na China, mas tambm abriremos muitas lojas em

    mercados de grande potencial, como Polnia e Alemanha, comentou o CEO da H&M, Karl-Johan Persson. A empresa tambm iniciar a operao on-line na Blgica, Bulgria, Eslovquia, Repblica Checa, Hungria, Polnia, Romnia e Sua neste ano.(NoVarejo - Escrito por Renato Muller -

    28/01/2015)

  • E-CommerceE-commerce: R$ 43 bilhes de faturamento

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 8

    O e-commerce faturou R$ 43 bilhes no ano passado, com crescimento de 26% em relao a 2013, quando registrou R$ 34 bilhes de vendas. Os dados so da Conversion e divergem dos nmeros apresentados pela E-bit, que registrou receita de R$ 35,8 bilhes no mesmo perodo. Tambm diferem o nmero de pedidos: segundo a Conversion, foram gerados mais de 136 milhes de pedidos; pela E-bit, os pedidos foram 103 milhes. E, finalmente,

    o tquete mdio tambm varia conforme a consultoria: pela E-bit, foi de R$ 347; pela Conversion, de R$ 316.Questionada por Meio & Mensagem, a divergncia entre os dados explicada pela Conversion: Utilizamos metodologia prpria e aproveitamos todo o nosso know-how em gerao de trfego e posicionamento de e-commerces no Brasil. Outra razo que contemplamos o

    mercado de viagens e turismo, diferentemente da E-bit. O fato que no h um mapeamento de 100% do mercado de comrcio eletrnico no Brasil. Cada instituio possui sua prpria base de anlise e indicadores especficos, diz a

    informao da empresa.Ao longo dos 12 meses do ano passado, a Conversion analisou 100 milhes de visitas. A estimativa da empresa que o comrcio eletrnico tenha gerado mais de 136 milhes de pedidos no ltimo ano, com um valor mdio por compra de R$ 316. Para Diego Ivo, CEO da Conversion, um dos fatores de sucesso do e-commerce foi o bom desempenho apresentado nas datas comemorativas, como o Dia das Mes, a Black Friday e o Natal. Somente na Black Friday, por exemplo, o e-commerce ultrapassou a marca de R$1 bi em uma nica data, um grande recorde do setor, afirma Ivo, que aposta

    no crescimento dos negcios na edio deste ano do evento.As cinco categorias de mercado que mais geraram negcios foram viagens e turismo, com 15% das vendas do setor; eletrodomsticos, com 14%; seguido por produtos de informtica, com 11%; cosmticos, perfumaria e bem-estar, com 10%; e eletrnicos, tambm com 10%. Os cinco estados que mais realizaram compras foramSo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paran, na sequncia.(Meio&Mensagem - 28/01/2015)

    Notcia completa varejo.espm.br

  • E-CommerceC&A lana E-Commerce em novo site da empresa no Brasil

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 9

    A rede de fast fashion C&A inicia, nesta sexta-feira, a venda online de seus produtos. O novo canal foi idealizado para oferecer uma nova experincia aos consumidores por integrar na sua concepo a curadoria de moda. A plataforma conta com o projeto Com que look eu vou?, permitindo que as clientes tirem dvidas sobre a combinao das peas em tempo real pelo site ou no televendas.O e-commerce oferecer todas

    as linhas disponveis nas lojas do pas, inclusive as colees especiais assinadas por estilistas e marcas renomadas, permitindo que todos tenham acesso aos produtos, j que essas roupas eram destinadas apenas a um grupo de lojas. Os clientes que optarem pela compra online tero at 30 dias para a troca das peas que podero ser feitas, tambm, nas lojas fsicas.Outra novidade da marca sua entrada na folia. A partir da prxima segunda-feira,

    dia dois de fevereiro, a rede comea a disponibilizar em todas as lojas a coleo especial de camisetas masculinas com frases inspiradas em marchinhas de carnaval. Se voc pensa que cachaa gua, Mame passou acar em mim, Rema, rema, rema, remador e Mulata bossa nova so algumas estampas das peas. O preo das camisetas de R$ 25,90.(Mundo do Marketing - 30/01/2015)

  • FranquiasFranchising cresce 7,7% em 2014, se comparado ao ano anterior

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 1 0

    O setor de franchising cresceu 7,7% em 2014, se comparado ao ano anterior, confirmando a projeo que havia sido realizada pela Associao Brasileira de Franchising (ABF). O faturamento dos 12 meses totalizou R$ 127 bilhes. At dezembro, eram 2.942 redes operando nesse sistema no Brasil, nmero 8,8% maior do que o registrado ao fim de 2013, quando havia 2.703 marcas em atuao no pas. As unidades franqueadas somavam 125.378, 9,6% a mais do que no ano anterior.Os resultados da Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising revelaram um

    bom crescimento do setor entre outubro e dezembro, diante da desacelerao da economia observada em 2014. A receita do sistema de franquias no perodo aumentou 12,8% em relao ao trimestre anterior, subindo de R$ 32,3 trilhes para R$ 36,4 trilhes. Quando comparado ao mesmo perodo de 2013, o crescimento no ltimo trimestre do ano passado foi de 4,9%.Para comparao com outros setores, de acordo com projees da Confederao Nacional do Comrcio (CNC), o varejo deve crescer 2,6% em 2014 e 3% este ano. Para

    a Associao Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a previso de que as vendas no ano passado registrem aumento de 8,3%. J os dados da Confederao Nacional da Indstria (CNI) indicam que em 2014 haver retrao do setor industrial de 1,5%, com crescimento de 1% em 2015.A ABF prev a manuteno do crescimento em 2015. A estimativa de que a alta no faturamento do setor este ano fique entre 7,5% e 9,0%. J o nmero de marcas deve aumentar 8% e o de novas unidades, entre 9% e 10%.(Mundo do Marketing - 27/01/2015)

  • Este informativo destinado comunidade de interesse

    sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e

    funcionrios de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratrio

    de Varejo do Ncleo de Estudos de Varejo da ESPM.

    Produzido por:

    Raphael Sparvoli

    Joo do Carmo

    Coordenao:

    Prof. Ricardo Pastore

    02/02/2015