Clipping do Varejo - 29/02/2016

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Clipping de Fevereiro

Transcript of Clipping do Varejo - 29/02/2016

  • CLIPPING DO VAREJO

  • Como mudar?Neste ano, a Amazon j far parte dos 10 maiores varejista dos EUA. No Carrefour, h muito que o Atacado superou a venda dos hipermercados e o mesmo vai acontecer no GPA com o Assai, em relao aos hipermercados Extra.No varejo, alguns formatos superam outros, mas por qu esperar tanto e amargar tamanho prejuzo? Como matar um formato e desenvolver outro capaz de realizar os resultados que os acionistas desejam? As mudanas devem fazer parte do planejamento e no serem decididas por impulso ou modismo. Criar um novo formato requer conhecimento, no basta copiar/colar, contratar funcionrios que atuam em formatos emergentes. Desenvolver conhecimento promove vantagem competitiva para os varejistas. Sem conhecimento, muitos temero a mudana e continuaro a se perguntar:- como mudar?Boa Leitura!

    Ricardo Pastore, Prof. MscCoordenador do Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo - ESPM

    CAROS LEITORES

  • COMPRAS, VENDAS E LOGSTICA NO VAREJO http://varejo.espm.br/cursos-2

    Marketing do Varejo Fashion Marketing para Shopping Centers E-commerce: Os Novos Caminhos do Varejo Marketing do Varejo Farma: Estratgia e Execuo Shopper Marketing: a Influncia no Momento da CompraInscries abertas

    http://varejo.espm.br/cursos

  • NA operao de atacarejo, com a rede Assa, se tornar o maior negcio alimentar do GPA neste ano. Vai ultrapassar os hipermercados, representados pela marca Extra, at ento os mais importantes para o segmento de alimentos. possvel que inverso acontea ainda no primeiro semestre deste ano.Dados publicados ontem pela companhia reforam as diferenas de desempenho entre o atacarejo e os

    hipermercados. As vendas do Extra encolhem desde o terceiro trimestre de 2014 e o atacado cresce acima de 20% ao ano.A rede Assa fechou 2015 com receita lquida de R$ 10,45 bilhes, alta de 25,5%. O Ebitda subiu 40%. J as vendas dos hipermercados Extra caram 3,9%, para R$ 12,4 bilhes. Considerando a mdia de crescimento anual da bandeira, o Assa pode superar os R$ 13 bilhes em

    vendas lquidas em 2016. E no h previso do mercado para crescimento dos hipermercados neste ano.O Assa representava 11% da receita do grupo no fim de 2013 e pulou para quase 16% em 2015. O Extra caiu de 22% para 17,4%, em parte, reflexo de um modelo que sofre rejeio pelo cliente e est em reestruturao no mundo.(Supermercado Moderno 26/02/2016)

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 1

    SUPER & HIPERAtacarejo ser o maior negcio alimentar do GPA

  • N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 2

    ECONOMIAOs gastos dos brasileiros em viagens internacionais caram 62% em janeiro deste ano em relao ao mesmo ms do ano passado. Segundo o Banco Central, foram gastos US$ 840 milhes, menor valor para este ms do ano desde 2009.O valor representa pouco mais de um tero do recorde de US$ 2,4 bilhes registrado em julho de 2014. No ano passado, os gastos com viagens internacionais haviam recuado 32% em relao a 2014.O encarecimento das viagens por causa da desvalorizao do real e a queda na renda dos brasileiros so os principais fatores que influenciaram esse

    resultado. Segundo o chefe do Departamento Econmico do BC, Tulio Maciel, o aumento no Imposto de Renda nas remessas de agncias de viagens tambm teve impacto.A receita com turistas estrangeiros, por outro lado, cresceu 14% na mesma comparao, para US$ 650 milhes, maior valor para este ms do ano desde 2013 (US$ 672 milhes).Segundo Maciel, dados preliminares para fevereiro apontam queda de 40% nas despesas com viagens e aumento de 21% nas receitas.A queda nas despesas com viagens um dos fatores que

    contribuem para reduzir o deficit do Brasil nas suas transaes de bens, servios e rendas com outros pases.Em janeiro, o deficit externo somou US$ 4,8 bilhes, queda de 60% em relao a janeiro de 2015. O investimento direto no pas, principal fonte de financiamento dessa conta, recuou 5%, para US$ 5,5 bilhes.No acumulado em 12 meses, o deficit est em 2,94% do PIB, retornando ao mesmo nvel de setembro de 2012. Em abril de 2015, o indicador chegou a 4,51% do PIB, pico da atual srie histrica.(Folha de S.Paulo 19/02/2016)

    Gasto de brasileiro no exterior cai 62% em janeiro

  • MERCADO

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 3

    O apelo criatividade, s promoes e ao corte de custos tem sido o mantra dos comerciantes brasileiros neste incio de ano, mas nada deve salvar o varejo de uma nova retrao nas vendas em 2016. Desemprego crescente, elevado endividamento das famlias e crdito caro persistem e habitam os piores pesadelos dos empresrios, que no ano passado j assistiram ao maior tombo nas vendas desde 2001 e fecharam quase 100 mil lojas. O baque foi to grande que o comrcio acabou perdendo espao para outras atividades na economia.Como nada mudou na passagem do ano, o encolhimento deve continuar. Neste ms, a Fundao Getulio Vargas (FGV) mostrou que os comerciantes reclamam cada vez mais da demanda insuficiente e dos custos com mo de obra, o que pode incentivar demisses nos

    prximos meses. O prprio indicador de emprego previsto caiu 3,3 pontos, para o menor nvel da srie histrica, iniciada em maro de 2010. Isso um sinal de que o ritmo de reduo de pessoal ocupado no setor deve aumentar nos prximos meses, explica Aloisio Campelo, superintendente adjunto de Ciclos Econmicos da FGV.A Confederao Nacional do Comrcio de Bens, Servios e Turismo (CNC) espera pela demisso de aproximadamente 245 mil trabalhadores formais neste ano o comrcio j fechou quase 181 mil vagas em 2015. Mas o problema no deve se limitar a demisses. Sem clientela suficiente, quase 100 mil lojas deixaram de existir no ano passado. A tendncia de fechamento deve continuar. O comrcio continua com o p na lama, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

    Sem uma via de escape, o varejo depende do consumo domstico. S que os brasileiros seguem pessimistas diante do aumento do desemprego e da queda na renda e, na tentativa de equilibrar o oramento domstico, acabam freando os gastos. Muitos inclusive tm recorrido poupana para conseguir manter as contas em dia. H menos pessoas trabalhando e muitas pessoas ganhando menos. Isso impacta, diz o economista Thiago Biscuola, da RC Consultores.No ano passado, as vendas no varejo restrito encolheram 4,3%, o pior resultado desde o incio da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE), em 2001. No segmento ampliado, que inclui veculos e material de construo, o tombo foi ainda maior, de 8,6%.(O Negcio do Varejo 28/02/2016)Notcia completa em varejo.espm.br

    Com 100 mil lojas fechadas, varejo se preocupa com 2016

  • MERCADO

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 4

    A Via Varejo apresentou prejuzo lquido de R$ 177 milhes no quarto trimestre de 2015, ante lucro lquido de R$ 356 milhes no mesmo perodo do ano anterior, segundo comunicado divulgado na madrugada desta quarta-feira (24).A companhia, dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, atribuiu o resultado negativo piora na linha de equivalncia patrimonial, menor diluio de despesas fixas, maior

    despesa financeira e despesas com reestruturao.A varejista de mveis e eletroeletrnicos teve Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciao e amortizao) de R$ 125 milhes, queda de 83,8% na base de comparao anual.A receita lquida caiu 14,7% para R$ 5,46 bilhes. No conceito mesmas lojas, houve reduo de 15,2%.Para os prximos trimestres a Via Varejo continuar com o

    foco na excelncia operacional, aumentando a produtividade atual das lojas, reduzindo o custo de distribuio e reforando a estratgia comercial, o que deixar a companhia ainda melhor preparada para recuperar as vendas e aumentar os ganhos de market share, disse a companhia em seu balano trimestral.(Uol Priscila Jordo 24/02/2016)

    Via Varejo tem prejuzo de R$ 177 mi no 4 trimestre

  • MERCADO

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 5

    Depois de ter atingido o menor valor da srie histrica em dezembro do ano passado, o ndice de Confiana do Consumidor (ICC) subiu pelo segundo ms consecutivo ao crescer 2,1 pontos em fevereiro, atingindo 68,5 pontos.Este o maior ndice de confiana do consumidor desde agosto passado, quando o indicador fechou o ms em 70 pontos.Os dados relativos Sondagem do Consumidor foram divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundao Getulio Vargas (Ibre/FGV) e indicam que a alta do ICC nos dois primeiros meses do ano decorreu da evoluo favorvel dos dois indicadores que o compem.So eles o ndice da Situao Atual (ISA), que subiu 2 pontos, o que acontece pelo segundo ms consecutivo, aps ter atingido o mnimo da

    srie histrica em dezembro de 2015, com 64,9 pontos; e o ndice de Expectativas (IE), que avanou 1,8 ponto, atingindo 69,4 pontos, neste caso o maior nvel desde agosto passado.Pessimismo caiPara a coordenadora da Sondagem do Consumidor, economista Viviane Seda Bittencourt, o resultado decorre da menor insatisfao e do menor pessimismo do consumidor ao longo do ms.Em fevereiro, o consumidor brasileiro tornou-se menos insatisfeito com a situao atual das finanas familiares e menos pessimista em relao a sua evoluo ao longo dos prximos meses, disse.Na avaliao da economista, a notcia favorvel, mas o movimento foi ainda insuficiente para alterar a tendncia de queda do indicador que mede as intenes de compra de bens

    durveis no curto prazo, que atingiu o menor nvel da srie iniciada em setembro de 2005.O indicador, que mede as intenes de compras com bens durveis, chegou a recuar 6 pontos e atingiu o menor nvel da srie histrica, constata a pesquisa da FGV.Mdia Mvel TrimestralNa anlise da tendncia por mdias mveis trimestrais (quando o indicador leva em considerao os trs ltimos meses comparativamente ao perodo equivalente imediatamente anterior) o indicador que mede o grau de satisfao dos consumidores com a situao econmica atual, que no ms passado tinha alcanado o menor nvel da srie, subiu 2,2 pontos atingindo 73 pontos, maior nvel desde setembro de 2015 (73,1).(Exame 25/02/2016) Notcia completa em varejo.espm.br

    ndice de Confiana do Consumidor sobe pelo segundo ms

  • MERCADO

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 6

    A Apple foi eleita a marca que mais produz valor aos seus stakeholders brasileiros. A informao do ranking Mais Valor Produzido (MVP) Marcas Top 30, da DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em estratgia corporativa. A pesquisa, realizada com 10 mil pessoas, em mdia, apontou a capacidade das marcas gerarem e protegerem valor no apenas para si, mas tambm para seus consumidores, acionistas, funcionrios e para toda a sociedade.As marcas foram avaliadas no universo de 601 empresas dentre as 1000 maiores, recortadas a partir das 1000 maiores companhias (segundo os rankings do Valor Econmico e da Exame), considerando cenrios estatisticamente vlidos para cada grupo de stakeholder e a performance dessas empresas nos critrios definidos

    como direcionadores de valor. Entre os 11 atributos avaliados para o relatrio esto: relacionamento, conhecimento, interesse, coerncia, estima, relevncia, consumo recorrente, proximidade, pertencimento, aspirao e confiana.De acordo com Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners, a relevncia das marcas reflete na percepo de cada grupo de stakeholders. As lderes do ranking so aquelas que oferecem algo significativo e diferente para a vida de cada individuo do seu pblico alvo, tanto em termos emocionais quanto racionais sendo eles tangveis ou intangveis, pontua o executivo.Alm do Apple, com nota 9,21, ocupam as dez primeiras colocaes do ranking, o Google em segundo lugar com a nota 9,11. A Coca-Cola na terceira posio com a mdia 9,01. A Whirlpool

    figura no quarto degrau do pdio, aparecendo com a nota de 8,93. J o quinto lugar da Samsung com 8,91. Em seguida a vez do Facebook aparecer na pesquisa com 8,91 pontos. Em stimo lugar, a Nestl conquistou a mdia 8,86. A Johnson & Johnson e a TV Globo tambm foram lembradas, ocupando a oitava e nona colocao com as notas 8,72 e 8,43, respectivamente. Para finalizar, o O Boticrio encerra o Top 10 com 8,42. Todas as empresas foram avaliadas de 0 a 10.(IMAGE Comunicao 29/02/2016)

    Apple a marca de maior valor no Brasil para os stakeholder

  • MERCADO

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 7

    A categoria de alimentos saudveis cresceu 16% na Amrica Latina em 2015, segundo dados de pesquisa de mercado da Nielsen. No Brasil, onde o setor movimenta US$ 35 bilhes ao ano, a venda de comidas e bebidas saudveis cresceu 98% nos ltimos cinco anos. No mesmo perodo, os produtos tradicionais cresceram 67%.Outro estudo, realizado pelo

    Instituto Qualibest em 2015, aponta que comer bem est relacionado ao sabor e ao prazer. Isso justifica o fato de a indstria de alimentos e bebidas estar procurando maneiras de atender a essa demanda de consumidores que buscam por sabor e nutrio.Segundo a marca de bebidas funcionais Luminus, os consumidores esto mais

    conscientes e informados e querem produtos seguros e de qualidade testada. J a nutricionista Carolina Godoy afirma que h no mercado produtos formulados com mais de um ingrediente funcional, mas que tem se tornado comum o emprego de ingredientes polifuncionais na produo.(Supermercado Moderno 25/02/2016)

    Consumo de produtos saudveis cresce 98% em cinco anos

  • N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 8

    E-COMMERCEO e-commerce deve fechar este ano com um crescimento de 8% nominal, alcanando vendas de R$ 44,6 bilhes, segundo o E-bit. A alta ser fruto principamente de reajustes de preos. Em 2015, a alta ficou em 15%, menor taxa histrica at agora.Nossa previso anterior era de um crescimento maior do que os 8% em 2016, chegando a 14%, mas revisamos nossos clculos, aps o anncio, na semana passada, do encolhimento do varejo em

    2015, disse Pedro Guasti, diretor geral da E-bit. Segundo ele, em algum momento foi acreditado que as classes A e B aprofundariam mais os cortes no oramento e o mercado pode correr o risco de perder mais fora.A entidade tambm prev que ospedidos ficaro no mesmo patamar do ano passado, quando alcanaram 106,5 milhes de operaes. Otquete mdio tambm dever subir apenas 8%, indo para R$ 419.

    No ano passado, a classe C, que vinha contribuindo significativamente com as vendas online, reduziram suas compras. Em dezembro de 2013, a participao desse consumidor representava 50%. No fim de 2014, a fatia era de 45%. E, em dezembro de 2015, caiu para 39%. J a classe saiu de uma fatia de 19% em 2013 para 19% no final do ano passado.(Supermercado Moderno 25/02/2016)

    Vendas online devero crescer 8% neste ano

  • N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 9

    E-COMMERCEApesar dos efeitos da desvalorizao do real e toda a incerteza econmica, h mais internautas brasileiros fazendo compras em sites estrangeiros em comparao aos dois anos anteriores. A quantidade de compradores brasileiro em sites internacionais passou de 38% em 2014 para 54% no ano seguinte. Os dados, apurados em dezembro, foram divulgados esta semana na 33 edio do relatrio WebShoppers, produzido pela E-bit, e apontam os hbitos de compra dos e-consumidores

    em sites internacionais.Em 2015, cerca de 67% dos consumidores afirmaram que o preo foi o principal motivador para a realizao da compra mais recente fora do Brasil. Entretanto, a desvalorizao da moeda brasileira impactou esse ndice, uma vez que 84% dos entrevistados compraram em sites estrangeiros motivados pelo menor preo em 2014.O volume gasto totalizou US$ 2,02 bilhes em 2015, revelando um aumento de 18% em relao aos US$ 1,72 bilhes gastos no ano anterior.

    Contudo, a tendncia de alta no se refletiu no tquete mdio, que caiu de US$ 48,36 em 2014 para US$ 35,46 em 2015.Por fim, o relatrio mostrou que os sites chineses so os preferidos dos e-consumidores brasileiros, que recorrem a eles principalmente em busca de eletrnicos, moda e acessrios e itens de informtica. A forma de pagamento mais popular entre os consumidores que buscam sites internacionais o carto de crdito.(NoVarejo Escrito por Danilo Barba 25/02/2016)

    Mais brasileiros compram em sites internacionais

  • Este informativo destinado comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionrios de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratrio de Varejo do Ncleo de Estudos de Varejo da ESPM.Produzido por: Raphael Sparvoli Joo do Carmo Coordenao:Prof. Ricardo Pastore

    CLIPPING DO VAREJO29/02/2016